Como diz o meu sábio pai, “todo mundo erra, só eu que não rero“, por esse motivo, uma revisão não mata ninguém e ajuda a não passar vergonha (como eu entendo do assunto).
No editorial Planeta Bizarro do portal de notícias do Globo, comeram a palavra “torneio” do título da matéria.
Como sei que a palavra é exatamente essa? Em outro link (imagem ao lado), apontando para o mesmo lugar, eles escreveram corretamente.
Até a publicação deste post a matéria estava neste link.
Graças aos ecochatos de plantão e os alarmistas que vieram antes destes, nós somos induzidos a imaginar que não há futuro para o nosso planetinha. O aquecimento global é irreversível, em 20 anos estaremos sem petróleo ou pior, em 40 anos estaremos sem água.
Bom, uma coisa é certa, não dá pra continuar como estamos, com os mesmos paradigmas. Temos a opção de sermos inteligentes e construirmos formas melhores de consumo e maneiras de reaproveitar as coisas.
Em Metrópoles (1927), filme mudo de Fritz Lang, considerado uma obra-prima, o mundo era oprimido pela pressão do capital sobre o proletário, a eterna pressão dos patrões sobre os trabalhadores. Se você não viu, não pretendo estragar o final, mas o filme sugere que o conflito de interesses tem que ser resolvido unindo inteligência, trabalho e sensibilidade. Esse é, pra mim, um daqueles filmes que tem que ser revisto de tempos em tempos. O incrível é como ainda é atual.
Mas nem tudo está perdido, de vez em quando surge uma idéia que vale ser levada em consideração, por exemplo, dia 14 de outubro passado inaugurou um clube chamado Off_Corso, o primeiro dance club sustentável do mundo. Funciona da seguinte forma: a energia elétrica é gerada pela pista de dança, isso mesmo, conforme você dança dispositivos no assoalho geram eletricidade que será consumida nas luzes e som. Além disso, a água usada nos sanitários é da chuva. As paredes mudam de cor com a reação térmica e não precisam de eletricidade para isso.
O futuro não precisa ser chato, mas terá que ser, sem dúvida, inteligente.
Assista abaixo ao vídeo mostrando como a coisa funciona.
Para a turma do RSS, este é o link do vídeo.
Este é Abey, um gracioso paquiderme de 5 toneladas, que a despeito de ser obeso, é um grande atleta, jogandor de pólo no Sri Lanka.
Em meados de fevereiro deste ano, num ataque de fúria, Abey derrubou seu jokey e fez um estrago danado.
O que mais me impressionou foi a quantidade de piadinhas infames possíveis com a cena. Quero listar as 7 primeiras que me vieram à mente e convidar você a listar quantas mais lhe ocorrerem.
Mais uma tragédia aconteceu no Rio de Janeiro. Todos já sabem, o noticiário está passando o fato exaustivamente. Uma marquise de um hotel em Copacabana desabou, matando duas pessoas e ferindo mais 14.
O motivador deste post não é a tragédia em sí, ou mesmo algum tipo de solidariedade com os falecidos. Não os conhecia, não terei nenhum sentimento diferente do que tenho pelos outros 222 que morreram por aqui em fevereiro, segundo Rio Body Count.
O que me indigna é que agora vamos ter uma caça às bruxas marquises. Fiscalização, impostos, relatórios, e o pior, em menos de 2 meses estará tudo esquecido. O rigor que deveria ser constante volta a ser convenientemente complacente. Sou favorável a fiscalização sim, mas não sazonal atendendo ao apelo emocionado de um povo que vê com os olhos cheios d’água a morte de 2 pessoas e está completamente cego para as outras 220 que morreram no mesmo mês.