O futuro não precisa ser chato

Graças aos ecochatos de plantão e os alarmistas que vieram antes destes, nós somos induzidos a imaginar que não há futuro para o nosso planetinha. O aquecimento global é irreversível, em 20 anos estaremos sem petróleo ou pior, em 40 anos estaremos sem água.

metropolis.jpgBom, uma coisa é certa, não dá pra continuar como estamos, com os mesmos paradigmas. Temos a opção de sermos inteligentes e construirmos formas melhores de consumo e maneiras de reaproveitar as coisas.

Em Metrópoles (1927), filme mudo de Fritz Lang, considerado uma obra-prima, o mundo era oprimido pela pressão do capital sobre o proletário, a eterna pressão dos patrões sobre os trabalhadores. Se você não viu, não pretendo estragar o final, mas o filme sugere que o conflito de interesses tem que ser resolvido unindo inteligência, trabalho e sensibilidade. Esse é, pra mim, um daqueles filmes que tem que ser revisto de tempos em tempos. O incrível é como ainda é atual.

Quando se fala em medidas para solucionar os problemas de preservação do planeta, normalmente são apresentadas idéias medíocres como o de usar menos papel higiênico proposto pela Sheryl Crow ou fazer as vacas arrotarem menos.

Mas nem tudo está perdido, de vez em quando surge uma idéia que vale ser levada em consideração, por exemplo, dia 14 de outubro passado inaugurou um clube chamado Off_Corso, o primeiro dance club sustentável do mundo. Funciona da seguinte forma: a energia elétrica é gerada pela pista de dança, isso mesmo, conforme você dança dispositivos no assoalho geram eletricidade que será consumida nas luzes e som. Além disso, a água usada nos sanitários é da chuva. As paredes mudam de cor com a reação térmica e não precisam de eletricidade para isso.

O futuro não precisa ser chato, mas terá que ser, sem dúvida, inteligente.

Assista abaixo ao vídeo mostrando como a coisa funciona.
Para a turma do RSS, este é o link do vídeo.

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