Em um dos raros momentos que volto para minha casa a pé me deparei com uma situação que me preocupou um bocado. Passando por um grupo de desocupadas senhoras ouço a seguinte frase: “Nããããoo, menina, eu vi a foto dele no Orkut dela, eu te mando o link pelo MSN depois”.
Pânico!!
As fofoqueiras da minha rua estão informatizadas!
Que elas são altamente organizadas, com uma divisão hierárquica bem definida e com distribuição de tarefas, eu já sabia, mas com o novo suporte tecnológico, elas vão ficar insuperáveis.
Consta no currículo delas: 5 mudanças de família, 2 separações de casais e mais de uma dezena de brigas familiares.
Vou começar a observar se elas instalaram câmeras na rua, ou até nas casas.
Oops! Não vou dizer mais nada. Sabe-se lá se elas lêem meu blog.
Lembram de Koko, a gorila que se comunicava com humanos usando linguagem de sinais? Pois é, isso é coisa do passado, alguns animais já estão falando, e atenção, não estou falando de papagaios!
Cães e gatos demonstram suas impressionantes habilidades vocálicas, se bem que impressionante mesmo é a habilidade dos donos em encher o saco dos pobres animais.
No primeiro vídeo os cães têm a palavra e no segundo é a vez dos gatos. Destaque para o último gato que fala inglês melhor que muita gente boa que conheço.
Como diz o meu sábio pai, “todo mundo erra, só eu que não rero“, por esse motivo, uma revisão não mata ninguém e ajuda a não passar vergonha (como eu entendo do assunto).
No editorial Planeta Bizarro do portal de notícias do Globo, comeram a palavra “torneio” do título da matéria.
Como sei que a palavra é exatamente essa? Em outro link (imagem ao lado), apontando para o mesmo lugar, eles escreveram corretamente.
Até a publicação deste post a matéria estava neste link.
Graças aos ecochatos de plantão e os alarmistas que vieram antes destes, nós somos induzidos a imaginar que não há futuro para o nosso planetinha. O aquecimento global é irreversível, em 20 anos estaremos sem petróleo ou pior, em 40 anos estaremos sem água.
Bom, uma coisa é certa, não dá pra continuar como estamos, com os mesmos paradigmas. Temos a opção de sermos inteligentes e construirmos formas melhores de consumo e maneiras de reaproveitar as coisas.
Em Metrópoles (1927), filme mudo de Fritz Lang, considerado uma obra-prima, o mundo era oprimido pela pressão do capital sobre o proletário, a eterna pressão dos patrões sobre os trabalhadores. Se você não viu, não pretendo estragar o final, mas o filme sugere que o conflito de interesses tem que ser resolvido unindo inteligência, trabalho e sensibilidade. Esse é, pra mim, um daqueles filmes que tem que ser revisto de tempos em tempos. O incrível é como ainda é atual.
Mas nem tudo está perdido, de vez em quando surge uma idéia que vale ser levada em consideração, por exemplo, dia 14 de outubro passado inaugurou um clube chamado Off_Corso, o primeiro dance club sustentável do mundo. Funciona da seguinte forma: a energia elétrica é gerada pela pista de dança, isso mesmo, conforme você dança dispositivos no assoalho geram eletricidade que será consumida nas luzes e som. Além disso, a água usada nos sanitários é da chuva. As paredes mudam de cor com a reação térmica e não precisam de eletricidade para isso.
O futuro não precisa ser chato, mas terá que ser, sem dúvida, inteligente.
Assista abaixo ao vídeo mostrando como a coisa funciona.
Para a turma do RSS, este é o link do vídeo.